A Uber não inventou a roda e a Globo não inventou a imprensa

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Devemos usar da revolução para esmagar a revolução”

Lembro de ter ouvido mais de uma vez do saudoso e inesquecível, professor Plínio Corrêa de Oliveira, essa frase, referia, Ele, aos meios modernos que devemos empregar na luta contra-revolucionária. Quando ouço os herdeiros do Roberto Marinho, fundador da Rede Globo, e a grande mídia dizer que foi um equivoca o apoio das organizações globo ao contragolpe dado pelos militares em 1964, me pergunto até quando a Globo – ela que já não é mais um império absoluto da mídia brasileira – vai continuar nos tratando de idiotas.

Lembro de ter ouvido mais de uma vez do saudoso e inesquecível, professor Plínio Corrêa de Oliveira, essa frase, referia, Ele, aos meios modernos que devemos empregar na luta contra-revolucionária. Quando ouço os herdeiros do Roberto Marinho
Plínio Corrêa de Oliveira, fundador da TFP e o maior expoente do pensamento conservador brasileiro

Uma das novidades nas últimas eleições de 2018 foi a utilização das redes sociais para fazer campanha, partidos e candidatos que não contavam com as somas milionárias do fundo partidário, ou melhor, do meu e do seu dinheiro que a duras penas pagamos nos impostos, conseguiram aparecer e se elegerem deputados, senadores e principalmente, presidente da republica. E as redes sócias continuaram em vento em polpa após as eleições e da tomada de posse dos eleitos, mas, muitos ainda utilizam esses canais como meros brinquedinhos onde soltam seus venenos da mesma forma que discutem suas chacrinhas nos grupos familiares.

Não basta ter o conhecimento, a técnica, é preciso entender que iniciamos uma nova era na opinião pública com o acesso a informação que veio com a “democratização dos meios de comunicação” com o advento da internet.  Um canal que tenho acompanhado e admirado sua postura, não somente por conhecer a origem do seu criador, Alan dos Santos, e de ter conhecido nas fileiras da TFP o comentarista de política, senhor Sepúlveda, mas também pelo bom uso que fazem da ferramenta, esse canal é o Terça Livre. http://www.tercalivre.com.br

O contragolpe de 1964

A população apoio e pediu a intervenção militar

É fato e notório que a massa não percebe que a grande imprensa composta por jornalistas profissionais não mostra e não comenta todos os aspectos dos fatos e não fazem suas análises com isenção, por outro lado, não inventaram ainda um algotitímo que tira das pessoas seu senso critico, apesar de cada dia vermos a perda dele por muitos. A reação sadia de parte da sociedade na ocasião do impechiman da ex-presidente Dilma, dos escândalos da lava jato comprova isso.



Um grande alvoroço na grande imprensa desde a campanha eleitoral

Os jornalistas precisaram de mais cuidado com a forma que tratam a notícia e emitem suas opiniões daqui para frente, não será o fim da grande maquina de fabricar mentiras, que se tornou a grande imprensa, mas, da mesma forma que os jornalistas e órgãos de imprensa trataram o surgimento da Uber, como a reinvenção da roda, o uso das redes sociais por pequenos grupos de corrente de pensamento oposto ao que eles pregam, de jornalistas que não se curvaram diante dos impérios midiáticos, é o calcanhar de Aquiles da grande imprensa.

Uma nova era da comunicação

Podemos estar diante de uma nova sociedade, ou melhor, do resgate dos valores da sociedade como ela deve ser, hierárquica e sacral, onde Deus é o centro das ações do homem.

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