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Mulher acusa motorista da Uber de sequestro relâmpago e ameaças na Zona Norte do Rio

Vítima conta que pulou do carro para fugir. Caso aconteceu no dia 24 de novembro e Uber diz que o motorista foi desativado desde que a denúncia foi feita.

Uma mulher identificada como Ana Paula Silva fez um relato de desespero em sua página do Facebook. Ela acusou um motorista da Uber, que aparece no cadastro da empresa como Carlos Daniel, de fazer um sequestro relâmpago com ela sob fortes ameaças.

O caso aconteceu na noite do dia 24 de novembro, próximo ao Norte Shopping, em Del Castilho, Zona Norte do Rio. No aplicativo, o motorista aparece com avaliação 4,17, com tempo de trabalho de um mês.

“Na sexta-feira à noite, saindo do Norte Shopping, chamei um Uber, e aí então começou todo o meu desespero. Sofri uma espécie de sequestro relâmpago, o indivíduo percorreu comigo todas as comunidades nas proximidades da Avenida Dom Hélder Câmara, me fazendo ameaças a todo tempo, passamos pelo Engenhão, e ele ameaçava entrar nas comunidades próximas, foi quando ele reduziu a velocidade, eu abri a porta, joguei as bolsas na rua e me joguei também”, relatou Ana Paula.

A mulher ainda conta que, após conseguir fugir do motorista, ficou em uma rua completamente deserta, onde recebeu a ajuda de um senhor. “Ainda estou muito abalada. Estou também com a perna direita inchada e dolorida por ter tido que puxá-la pra fugir do carro. Amigos, estou tomando todas as devidas medidas para que esse marginal seja punido e não venha mais fazer nenhum tipo de vítima, porque só eu sei os momentos de tortura psicológica que passei”, acrescentou.

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Procurada pelo G1, a Uber informou que o motorista parceiro está desativado desde que a denúncia foi feita e que está à disposição das autoridades competentes para colaborar com as investigações. Leia nota na íntegra abaixo:

A Uber repudia qualquer tipo de violência contra mulheres. O motorista parceiro está desativado desde que a denúncia foi feita e estamos à disposição das autoridades competentes para colaborar com as investigações.

Acreditamos na importância de combater, coibir e denunciar casos de violência contra a mulher. A Uber acredita que as pessoas têm o direito de ir e vir da maneira que quiserem e, além disso, têm o direito de fazer isso em um ambiente seguro. Por isso, nenhuma viagem na Uber é anônima e todas são registradas de acordo com o GPS. Isso permite, por exemplo, que em caso de incidentes nossa equipe especializada possa dar o suporte necessário, sabendo quem foi o motorista parceiro e o usuário, seus históricos, e qual o trajeto que foi feito, sempre respeitando a legislação aplicável (em especial o Marco Civil da Internet).

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Sobre Carlos Laia

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