Ilhas de embarque da Uber no Galeão causam polêmica entre motoristas

Candidato que não combate os apliativos não defende os taxistas

Desde o início de julho, a Uber decidiu colocar em funcionamento quatro ilhas de embarque para os passageiros no Aeroporto Internacional do Galeão/Tom Jobim, na Ilha do Governador. Apesar da ideia de levar mais conforto aos passageiros, os pontos de embarque se tornaram uma dor de cabeça para alguns motoristas, que afirmam não valer apena pegar clientes no terminal, apesar de a Uber cobrar uma taxa extra de R$ 5 para as corridas iniciadas no local.

Segundo um motorista do aplicativo que não quis se identificar, é comum os condutores ligarem para os passageiros para saber o destino, logo após aceitarem a corrida. Caso o percurso não seja financeiramente vantajoso, eles cancelam, pois “não vale a pena deixar a fila para ganhar pouco em um deslocamento”:

— São centenas de motoristas no Galeão, em uma fila virtual que demora a andar. Se o usuário quer ir do aeroporto para a Ilha, que é um bairro muito próximo, nós dispensamos a corrida, pois não é vantajoso fazer uma viagem de pequeno valor para depois demorar muito a conseguir outra. A maioria dá preferência a corridas para Zona Sul, Barra da Tijuca e Baixada Fluminense.

No Santos Dumont, no Centro do Rio, a reclamação é outra. Motoristas dizem que só é bom para o cliente, que tem um lounge onde pode embarcar. Porém, para conseguir uma corrida saindo do local, é preciso estar nas imediações, pois não há onde parar.

— Não temos onde estacionar. Então, geralmente ficamos à deriva, podendo levar multa. No Galeão, o embarque e o desembarque da Uber ficam na área de embarque do aeroporto. Ficamos numa fila virtual do aplicativo, esperando chamada. O Galeão é melhor neste aspecto.

Por outro lado, passageiros elogiam o espaço criado pela Uber no Santos Dumont.

— O embarque aqui é bem mais fácil, porque tem um lugar específico. No Galeão, o embarque é sempre mais difícil, mesmo existindo uma fila de motoristas — declarou Pedro Antunes, de 30 anos, que viaja sempre a trabalho.

*Estagiária sob a supervisão de Danielle Abreu

Desde o início de julho, a Uber decidiu colocar em funcionamento quatro ilhas de embarque para os passageiros no Aeroporto Internacional do Galeão/Tom Jobim, na Ilha do Governador. Apesar da ideia de levar mais conforto aos passageiros, os pontos de embarque se tornaram uma dor de cabeça para alguns motoristas, que afirmam não valer apena pegar clientes no terminal, apesar de a Uber cobrar uma taxa extra de R$ 5 para as corridas iniciadas no local.

Segundo um motorista do aplicativo que não quis se identificar, é comum os condutores ligarem para os passageiros para saber o destino, logo após aceitarem a corrida. Caso o percurso não seja financeiramente vantajoso, eles cancelam, pois “não vale a pena deixar a fila para ganhar pouco em um deslocamento”:

No Santos Dumont, no Centro do Rio, a reclamação é outra. Motoristas dizem que só é bom para o cliente, que tem um lounge onde pode embarcar. Porém, para conseguir uma corrida saindo do local, é preciso estar nas imediações, pois não há onde parar.

— Não temos onde estacionar. Então, geralmente ficamos à deriva, podendo levar multa. No Galeão, o embarque e o desembarque da Uber ficam na área de embarque do aeroporto. Ficamos numa fila virtual do aplicativo, esperando chamada. O Galeão é melhor neste aspecto.

Por outro lado, passageiros elogiam o espaço criado pela Uber no Santos Dumont.

— O embarque aqui é bem mais fácil, porque tem um lugar específico. No Galeão, o embarque é sempre mais difícil, mesmo existindo uma fila de motoristas — declarou Pedro Antunes, de 30 anos, que viaja sempre a trabalho.

*Estagiária sob a supervisão de Danielle Abreu

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