Nove a cada 10 táxis aderiram ao sistema biométrico em Juiz de Fora, diz Settra

Mais uma cidade investe na modernidade do serviço de táxi. A pesar de alguns taxistas ainda não compreenderem as mudanças que vem ocorrendo desde a chegada da concorrência, em muitas cidades têm iniado o processo de mudanças e inovações

Sistema biométrico para taxistas foi implantado pela Prefeitura de Juiz de Fora em 2014 (Foto: Roberta Oliveira/G1)

O modelo foi implantado pelo edital lançado pela Administração Municipal em 2014 e obriga os taxistas que receberam a licença na época a aderirem ao novo serviço de controle.

O equipamento verifica se os motoristas estão cumprindo com as determinações previstas no edital de concessão do serviço.

O sistema verifica os dados da operação da frota, a identificação do motorista, o status do taxi (se ele está livre ou ocupado) e toda a trajetória realizada pelo veículo. Tudo é transmitido em tempo real.

Com essas informações, a Prefeitura espera conseguir classificar os bairros com as maiores demandas, permitindo melhor distribuição dos pontos de táxi pela cidade.

Embora a implantação do sistema não seja obrigatória para os motoristas licenciados antes de 2014, outros taxistas também podem realizar a instalação. Para fazer o procedimento, é necessário contratar uma empresa homologada pela Settra.

Os donos de táxis precisam estar com o Cadastro de Identificação do Veículo (CIV) e os auxiliares com a Carteira de Motorista de Táxi (CMT) em dia. Só então, após a instalação do equipamento, o carro será levado para o Instituto de Pesos e Medidas (Ipem) para a validação do sistema pela empresa licenciada.

Caso algum veículo licenciado pelo edital de 2014 seja flagrado sem o sensor biométrico, o proprietário pode ser multado em R$ 65,73 e perder a permissão para prestar o serviço

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