Aferição anual do taxímetro

Aferição anual do taxímetro

Documentos Obrigatórios para a verificação de taxímetros

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ATENÇÃO!

“O não comparecimento na data e horário agendado acarretará autuação conforme

subitens 6.3.2 e 6.3.3 do regulamento técnico metrológico aprovado pelo artigo 1º Portaria Inmetro 201/2002″

Confira abaixo os documentos que precisam ser apresentados durante a verificação de taxímetro:

– alvará de estacionamento fornecido pela prefeitura;

– certificado de propriedade do veículo;

– guia de serviço fornecida por oficina credenciada pelo IPEM-SP (Quando houver);

– certificado de verificação do IPEM-SP, referente ao exercício de 2016;

– GRU (Guia de Recolhimento da União) quitada.

Click no link abaixo para agendar a aferição anual

http://www.ipem.sp.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=4079&Itemid=634

O princípio básico do taxímetro é simples

O taxímetro só precisa identificar quando o táxi está parado ou está andando. Em cada uma dessas situações, é registrada uma tarifa diferente. No final, o preço total da corrida vai ser proporcional à distância percorrida e ao tempo parado no trânsito.

O que pouca gente sabe é que essa invenção bem bolada já tem mais de um século de idade. Seu nascimento remonta ao tempo das carruagens: em 1891, o engenheiro alemão Wilhelm Bruhn criou um contador para evitar que os cocheiros cobrassem os olhos da cara. Os motoristas não ficaram muito felizes com aquela geringonça que tirava deles o poder de negociação – até então, o valor do transporte era decidido na base do acordo entre passageiro e condutor.

A coisa ficou tão feia que alguns cocheiros resolveram “homenagear” o engenheiro Bruhn jogando-o dentro de um rio. Hoje, as tarifas são definidas pelos órgãos públicos de transporte de cada cidade. E em São Paulo, aliás, que fica a maior frota de táxis do Brasil: são cerca de 37 mil carros que transportam, por mês, cerca de 2 milhões de passageiros.

O preço da mordomia

Valor da corrida depende da distância percorrida e do tempo que o carro fica parado

1. A cobrança da corrida do táxi começa no instante em que o passageiro entra no táxi. Nessa hora, o taxímetro começa a funcionar, exibindo no visor o valor da chamada tarifa inicial.

2. Em seguida, entra em ação um microprocessador embutido no taxímetro. É ele que identifica quando o carro está andando ou parado. A partir desses dados, o microprocessador adiciona um determinado valor à tarifa inicial

3. Para saber se o táxi está andando ou não, o microprocessador precisa estar conectado ao odômetro, uma peça presa ao eixo do carro que calcula a quilometragem percorrida. A distância que o odômetro mede serve de base para o cálculo da corrida

4. Com o carro andando, o microprocessador recebe pulsos elétricos do odômetro. A cada quilômetro percorrido, a conta cresce. O valor depende do dia e da hora: em São Paulo, de segunda a sábado, das 6 às 20h se cobra a chamada “bandeira 1”. Se for noite, domingo ou feriado “bandeira 2” será cobrada a bandeira 2, 30% a mais no valor. A partir de 2017 a cobrança da bandeira dois passou a ser facultativa.

5. Quando o táxi está parado, o taxímetro não recebe pulsos elétricos, mas a hora parada é cobrada. A conta final é proporcional ao quilometro rodado, bandeirada e ao tempo parado.

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