Desigualdade salarial e assédio custam US$ 10 milhões à Uber

Empresa assina acordo de ação coletiva movida por funcionários

O acordo foi encaminhado à aprovação de um juiz nesta terça-feira e atende a quase 500 mulheres e não-caucasianos. Eles alegam que a empresa lhes pagou menos do que seus pares e não os promovia com tanta frequência.

Além disso, em fevereiro, denúncias de assédio foram adicionadas à ação, e a Uber concordou em resolver o caso, mas sem assumir erros. O acordo ajuda a livrar a empresa de assumir a responsabilidade por potencialmente centenas de casos de incidentes envolvendo assédio sexual nos últimos cinco anos.

Entre a quantia, quase US$ 5 milhões serão destinados para remediar as disparidades salariais; US$ 3 milhões para o pagamento dos advogados dos funcionários; e US$ 1,9 milhão para um fundo que irá compensar vítimas que apresentam relatórios detalhados sobre como foram assediados.

Um advogado que negociou o acordo em nome de funcionários disse que está confiante de que o acordo será aprovado. “Este é um excelente resultado”, disse Jahan Sagafi.

No ano passado, a Uber enfrentou diversas críticas, após a engenheria Susan Fowler publicar um post em seu blog alegando que ela foi sexualmente assediada – e que sua queixa foi ignorada. Isso levou a empresa a comissionar investigações que revelaram mais de 200 reclamações e resultou em mais de 20 pessoas sendo demitidas, além do afastamento prórpio CEO da empresa, Travis Kalanick, em junho.

POR O GLOBO COM BLOOMBER

Carlos Laia

Taxista desde 2001, criador do site A Voz Do Taxista e da web Rádio Tera Byte. Nosso objetivo é levar notícias e informações sobre o táxi de todo Brasil a toda categoria, ouvindo representantes, autoridades e principalmente o taxista. Não temos vinculo com nenhuma entidade ou partido político.

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